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Procon Campinas tem queda no nº de queixas, mas média é de 2,8 mil por mês até setembro

Notícias 26 de outubro de 2019


De janeiro a setembro deste ano, órgão de defesa do consumidor teve 25.609 registros contra empresas de telecomunicações, bancos, comércio eletrônico, lojas, entre outros. Telecomunicações é o setor mais reclamado no Procon Campinas.
Reprodução/EPTV
O Procon Campinas (SP) registrou 25.609 reclamações nos primeiros nove meses do ano contra empresas de telecomunicações, bancos, comércio eletrônico, lojas, entre outras. O número é 11,14% menor que o mesmo período do ano passado, mas representa uma média de 2,8 mil queixas por mês até setembro, o equivalente a 94 por dia.
Assessor da diretoria do órgão de defesa do consumidor da cidade, Francisco Togni afirma que desde 2016 acompanha as empresas reclamadas, e as cinco do topo dessa lista não mudaram. Veja os rankings de segmentos e queixas abaixo.
A deficiência no serviço é o principal problema relatado por clientes, e a falta de informação na hora do processo de compra e venda também afeta diretamente o serviço prestado.
“Se o consumidor tem uma informação correta e clara, muitos problemas poderiam ser evitados. Consumidor bem informado não contrata aquilo que ele não quer. Ele vai deixar de contratar se um dado relevante for passado a ele no momento em que ele contrata. As empresas precisam observar e passar a informação correta e clara ao consumidor. O consumidor teria autonomia em decidir”, explica Togni.
Segmentos mais reclamados
Segundo Togni, as empresas de telecomunicações se destacam entre as queixas. No primeiro semestre deste ano, concentraram 32,50% do total de reclamações.
Telecomunicações – telefonia móvel, telefinia fixa, tv a cabo e internet
Bancos – cartão de crédito, financeira, seguros, serviços bancários
Comércio eletrônico
Lojas e magazines
Os rankings das empresas mais reclamadas mês a mês podem ser visualizados no site do Procon de Campinas.
5 queixas mais frequentes
Deficiência no serviço, em diversos setores: problemas relacionados a falta de sinal, descumprimento da velocidade contratada, demora no atendimento na agência bancária e falta de segurança, por exemplo.
Direitos básicos do consumidor à informação: Não recebimento da cópia de contratos, falta de informações ao cliente no momento da venda.
Cobrança indevida: problemas envolvendo serviços de telecomunicações e bancários, por exemplo, são comuns.
Descumprimento de oferta: quando a empresa anuncia um valor e um preço, e o consumidor recebe um produto diferente do contratado. O pacote oferecido não é o que é cobrado.
Vício no produto, defeito: produto comprado que apresentou um problema no decorrer da utilização e dentro do prazo de garantia.
Plano de melhorias
Segundo Togni, um plano de melhorias é desenvolvido no Procon junto às empresas mais reclamadas desde 2016, e já apresentou resultados positivos com a queda de reclamações. No entanto, em um dos bancos mais reclamados, houve um aumento de 2016 a 2018.
“A coordenadoria responsável já está tomando as providências para autuar coletivamente, porque já tivemos um dado relevante e não houve melhoria no canal de atendimento. A multa pode chegar a 10,260 milhões”, explica o assessor da diretoria do Procon.
Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Source: Notícias de Campinas e Região

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