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Mutirão de limpeza recolhe 21 toneladas de lixo e entulho na região Noroeste de Campinas

Notícias 19 de junho de 2019


Ação ocorre na região com maior número de casos de dengue no município; apesar do trabalho, equipe da EPTV flagrou descarte irregular na área. Prefeitura recolhe 21,4 toneladas de lixo e entulho em mutirão de limpeza em Campinas
Área com maior número de casos confirmados de dengue em Campinas (SP), com 6.427 dos 22.530 registrados neste ano, a região Noroeste é alvo de um mutirão de limpeza para a retirada de objetos que possam servir como criadouros do mosquito Aedes aegypti. De acordo com a prefeitura, em cinco dias foram recolhidos 21,4 toneladas de lixo. Apesar da ação, uma equipe da EPTV, afiliada TV Globo, flagrou o descarte irregular da entulho no bairro Adhemar de Barros.
“É que eu estou desempregado, pago aluguel, então eu não tenho outra saída”, argumentou, ao ser flagrado, José Roberto Ferreira. Ele e outro homem faziam o descarte irregular na manhã da última terça (18). Um funcionário da prefeitura interrompeu a ação.
Moradores da região relatam que tentam vigiar o local, mas que ninguém respeita, e então, o lugar se torna mais um lixão.
“A gente está aqui, a 100 metros de um postinho, um campinho de futebol. É um lugar bonito, mas infelizmente, todo dia, toda hora, fazem esta lambança, que está todo mundo vendo”, diz Jeferson Lima.
De acordo com a prefeitura, nos bairros da região Noroeste existem, pelo menos, 20 pontos de descarte irregular, apelidados de ‘pontos viciados’, aqueles em que moradores estão habituados a jogar lixo e que a Administração Municipal precisa limpar constantemente.
Em Campinas há locais preparados e regulamentados para receber entulho, como a Usina Recicladora de Materiais, no Jardim São Cristóvão. Até 1m³, o descarte pode ser realizado gratuitamente, após esta quantidade é cobrado o valor de R$14,70. A multa de descarte ilegal pode passar de R$ 700.
Zona Oeste de Campinas (SP) tem mais de 20 pontos de descarte irregular
Reprodução/EPTV
Conscientização
Para Heloísa Malavasi, coordenadora do Programa de Arboviroses de Campinas, para evitar focos de mosquitos transmissores de doenças é necessário reverter o cenário.
“Pode ser uma comunicação diferente, pode ser através das escolas, tentando atingir as crianças, através de conselhos comunitários, líderes religiosos” , diz.
Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Source: Notícias de Campinas e Região

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