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Empresa abre processo de contratação de 109 profissionais para atuar no Hospital de Campanha de Campinas

Notícias 13 de Maio de 2020


Cadastros vão até a próxima segunda-feira; seleção será para 13 cargos. Unidade terá 36 leitos na primeira fase e é exclusivo para tratamento de pacientes com Covid-19. Campinas inicia contratação de profissionais da saúde para Hospital de Campanha
A empresa responsável pela operação do Hospital de Campanha de Campinas (SP) abriu, nesta quarta-feira (13), as inscrições do processo seletivo da contratação de 109 profissionais para atuar na unidade, que deve entrar em funcionamento a partir da próxima semana. Os cadastros podem ser feitos até segunda-feira (18).
O Hospital de Campanha de Campinas é exclusivo para tratamento de casos de menor complexidade do novo coronavírus e conta, em um primeiro momento, com três blocos com 12 leitos cada, totalizando 36 vagas. A unidade foi instalada no ginásio da sede da instituição de aprendizagem profissional Patrulheiros, em parceria com a ONG Expedicionários da Saúde, que financiou o projeto.
De acordo com o Instituto Bom Jesus, contratado para operar o hospital, os cargos oferecidos são: gestor de projetos, farmacêutico, enfermeiro responsável técnico, recepcionista, auxiliar de farmácia e almoxarifado, psicólogo, assistente social, enfermeiro de UTI, técnico de enfermagem de UTI, fisioterapeuta de UTI, nutricionista e fonaudiólogo. Os salários variam de R$ 1,3 mil a R$ 4 mil.
Para fazer a inscrição, o candidato precisa ter idade mínima de 18 anos completos até a data do encerramento das inscrições e estar em dia com as obrigações eleitorais. O processo seletivo terá prova prática, entrevista e exame médico. O currículo deve ser enviado para o e-mail: vagascampinas@ibjsaude.org.br
O atendimento será voltado para pessoas de Campinas e é referenciado, ou seja, os pacientes serão encaminhados pelas unidades de saúde da cidade. Não haverá atendimento por demanda espontânea.
Estrutura
A unidade foi dividida, inicialmente, em três blocos, sendo que cada um deles possui 12 leitos.
O sistema de ventilação do local tem como diferencial a filtragem do ar, que passa três vezes por tubos de drenagem, com o intuito de evitar a entrada de ar contaminado.
Nos leitos, além da cama, há uma cadeira e uma mesa usada para a alimentação do paciente.
Uma bolsa é disponibilizada para que os atendidos guardem os pertences pessoais.
11/05: Leitos do hospital de campanha de Campinas voltado a casos de Covid-19. Distribuição de ar central é feita por aparelhos no teto.
Osvaldo Furiatto
“Num momento inicial serão 36 leitos, depois mais 18, totalizando 54 leitos. […] A instituição filantrópica, agora contratada, será responsável pela locação de pessoal, tanto assistencial, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, mas também pela contratação das empresas de limpeza e alimentação”, explica Marcos Pimenta, presidente da Rede Mário Gatti, responsável pela gestão do hospital.
As instalações da unidade visam evitar que novas contaminações da Covid-19 ocorram no local, além de humanizar os atendimentos prestados aos contaminados.
“Todos os equipamentos aqui colocados, inclusive a montagem, foi compartilhada com a expedicionários da saúde, que é a ONG que montou a estrutura. Estamos agora verificando o que está faltando de equipamentos que serão da Rede Mário Gatti, por exemplo respiradores, sensores, oxímetros”, afirma o presidente da Rede.
11/05: Hospital de campanha de Campinas para atendimento de casos do novo coronavírus tem sistema de filtragem de ar especial.
Bianca Rosa/EPTV
Operação será do Instituto Bom Jesus
A prefeitura contratou, por meio de “chamamento público, em caráter emergencial e suplementar aos serviços públicos de saúde” o Instituto Bom Jesus, que atendeu às exigências estabelecidas no edital.
A instituição é a mesma citada nos casos de atraso de pagamento dos médicos em Hortolândia. Na ocasião, o contrato da empresa, que fazia gestão da rede de urgência e emergência, estava no fim, iniciando o período de transição para outra empresa, informou a Prefeitura de Hortolândia.
Em nota, a diretoria do instituto informou que o pagamento aos médicos de Hortolândia foi realizado. “Os fatos ocorreram em razão de pontual desacordo entre o Instituto e a Prefeitura, fato este já superado com a quitação de todas as verbas rescisórias relativas aos serviços médicos, bem como as de caráter trabalhista”.
Sobre a escolha por essa empresa, a Prefeitura de Campinas afirmou que “a instituição cumpriu todos os requisitos do edital e [foi] a melhor proposta. Nos documentos apresentados, não há nada que desabone a entidade, por isso ela foi classificada no processo de chamamento público”.
A decisão acerca do hospital de campanha data do dia 7 de maio, e foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (8), com prazo de dois dias úteis para interposição de recursos.
A homologação também foi publicada, e destaca a contratação da instituição para “prestação de serviços médico hospitalares e operacionalização do hospital de campanha”. O custo diário de cada leito ficou em R$ 1.029,26.
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Arte/G1
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Source: Notícias de Campinas e Região

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