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Pacientes com câncer esperam quimioterapia há 3 meses em Campinas: 'descaso com saúde'

Notícias 10 horas atrás


Mulheres passaram por cirurgia em outubro do ano passado e relatam angústia enquanto aguardam nova consulta. Prefeitura afirma que atendimentos ocorrerão até fevereiro. Daniela Aparecida de Oliveira passou por cirurgia no Hospital Mário Gatti, em Campinas
Reprodução/EPTV
Duas moradoras de Campinas (SP) esperam há três meses para iniciar o tratamento de quimioterapia após passarem pela cirurgia de retirada de tumores nas mamas pela rede municipal de saúde. A cabeleireira Daniela Aparecida de Oliveira, diagnosticada com um câncer de grau três, passou pela intervenção em 16 de outubro, mas ainda não sabe a data da primeiro quimioterapia. Médico especialista na área afirma que o ideal é que as sessões comecem em até dois meses após a cirurgia.
Daniela tem uma consulta marcada com oncologista para 30 de janeiro no Hospital PUC-Campinas, que possui convênio pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com a prefeitura para atender a rede pública. Só após esta data é que o tratamento deve começar.
Na cirurgia de 16 de outubro, feita no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, a mulher de 38 anos teve a mama esquerda retirada. “Assim que saiu o resultado dos exames anatomopatológicos, [a médica] me informou que terei que fazer quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia por cinco anos”, relatou.
Segundo ela, a médica que a atendeu informou que o tratamento deveria começar em um mês por conta da gravidade do caso.
O médico e professor da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, César Cabello, diz que precisaria ter mais informações sobre a paciente e o próprio tumor para analisar com precisão, mas que a recomendação geral para casos semelhantes é iniciar a quimioterapia em até 60 dias após a cirurgia.
“A rigor seria um caso em que é recomendável ela começar quimioterapia logo. Certamente é uma paciente que deveria estar começando a quimioterapia em 60 dias”, afirmou.
Segundo Cabello, estudos indicam que, para dois subtipos de tumores (triplo-negativo e HER-2), que representam cerca de 40% dos casos, o atraso acima de 60 dias para iniciar a quimioterapia é prejudicial ao paciente.
“Para os tumores luminais, isso não está totalmente definido, mas a gente acaba usando essa regra também para casos mais agressivos”, disse o especialista.
O caso de Daniela veio à tona após ela comentar em um post no perfil do prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB). Na publicação, o chefe do Executivo afirma que iria entender o que houve e entraria em contato.
A cabeleireira afirma que recebeu uma ligação da equipe de saúde para informá-la apenas de que a consulta foi agendada. “Continuo na lista de espera [para quimioterapia] e apenas no fim de janeiro irão me chamar ainda para consulta. Tudo continuou como estava”, lamenta a mulher.
Daniela Aparecida de Oliveira luta contra um câncer de mama grau três
Arquivo pessoal
‘Toda vez que o telefone, penso que é o hospital’
A ansiedade por começar o tratamento que pode salvar a vida dos pacientes diagnosticados com câncer também faz parte do dia a dia da dona de casa Elizabeth Aparecida Masson Garcia, de 56 anos.
Ela passou por cirurgia dia 18 de outubro na PUC-Campinas. Em 26 de novembro, recebeu a carta para marcar o retorno no oncologista, mas até agora a Secretaria Municipal de Saúde não deu retorno.
“Faz três meses que fiz a cirurgia. É um descaso com a saúde da gente. Com saúde a gente não brinca. (…) Eu acho um absurdo, é muito tempo para quem tem essa doença.”, reclama.
“Se tivesse dinheiro para fazer pelo particular, já teria feito”, afirma a mulher, que é casa e mãe de dois filhos, um de 37 e outro de 32 anos.
“É angustiante, cada vez que toca o telefone a gente pensa que é de lá ligando. É difícil, até agora mesmo eu estava tentando ligar, mas só dá ocupado”.
O atendimento na PUC, completa a mulher, é muito satisfatório. A questão que a sufoca é justamente a demora para iniciar a quimioterapia.
Hospital PUC Campinas realiza atendimentos pelo SUS
Reprodução/EPTV
“Já foi um trauma saber que já estava com essa doença, mexe com o psicológico mesmo. A cada dia que passa fica difícil. E olha que tem caso muito pior que o meu. É só lá dentro que a gente vê os casos que acontecem e ninguém”.
Segundo a prefeitura, a dona de casa foi encaminhada pela PUC em 28 de novembro. O caso dela foi avaliado pela classificação de risco e a paciente deve ser agendada para consulta em fevereiro. Quando passar pelo oncologista, vai começar o tratamento, promete a administração municipal.
A prefeitura
Em nota, a prefeitura informou que dois novos oncologistas foram contratados e começam a trabalhar no Hospital Mário Gatti esta semana. Atualmente, o hospital tem cinco oncologistas.
O tratamento oncológico na rede municipal é realizado por meio de convênio com clínicas de radioterapia e o Hospital PUC-Campinas, além do hospital Mário Gatti.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, há 90 vagas de quimioterapia e 80 vagas de radioterapia por mês para novos pacientes. A fila para quimioterapia não foi informada pela prefeitura, que afirmou que não há espera por radioterapia.
“Com relação ao Hospital Mário Gatti, mensalmente são atendidos 415 pacientes em tratamento oncológico e 350 pacientes em monitoramento pós-quimioterápico. Esse atendimento estava voltado para pacientes que já são acompanhados pelo Hospital. Novos casos estavam sendo atendidos pelo Hospital da PUC-Campinas. E a partir da próxima semana, o Hospital Mário Gatti poderá chamar também novos pacientes”.
“Também está em discussão na rede um projeto para ampliação da equipe especializada neste tipo de tratamento. Além disso, a reforma deste setor no Hospital Mário Gatti, que está em andamento, possibilitará ampliar os atendimentos de quimioterapia”, completou a prefeitura.
Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Source: Notícias de Campinas e Região

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Source: Esporte

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Source: Esporte

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Source: Esporte

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